Relação da Carne e Câncer

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Se uma animal tem um tumor em alguma parte do corpo, ele é extraído pelo açougueiro, e sua carne é colocada no mercado. Às vezes, os próprios tumores são incorporados à preparação de embutidos e enlatados, passando a ser chamados de “partes”.

Experimentalmente, descobriu-se que, se o fígado de um animal doente for usado como alimento de peixe, este adquirirá câncer

Vegetais e energia vital

Sabemos que toda a vida depende da energia do sol, e esta é armazenada nas plantas verdes, nas frutas, castanhas, cereais, etc. Quando comemos estes alimentos, consumimos energia solar diretamente. Em outras palavras, alimentamo-nos de comida “viva” com quase toda energia solar ainda intacta. Muitas plantas retêm sua energia vital por muitos dias após serem colhidas, sendo ainda capazes de brotar e crescer.

Os nossos antepassados, ou seja, os antediluvianos, não comiam carne! Eles eram estritamente vegetarianos e não se alimentavam de cadáveres, exceto em situações de extrema necessidade.

Alguns cientistas, inclusive Charles Darwin, concordam que os primeiros seres humanos que eram comedores de frutas, legumes, sementes, raízes e cereais, e que nossa anatomia não mudou ao longo da história. O cientista sueco Von Linné afirma:

“A estrutura interna e externa do homem, comparada a dos outros animais, mostra que legumes e frutas constituem seu alimento natural “.

Foi somente depois do dilúvio bíblico, quando sua dieta normal de frutas e legumes se tornou inacessível, que os seres humanos tiveram que começar a comer carne de animais para sobreviverem.

Regime vegetariano

Antes do dilúvio, segundo a Bíblia, a vida do homem, na Terra, durava até 900 anos. Ninguém morria doente, e sim, de velhice. Infelizmente o costume de comer carne continuou depois do dilúvio, seja por necessidade (caso dos esquimós e tribos que moram no extremo norte), por hábito ou por ignorância.

Regime cárneo

Na região glacial, os esquimós vivem menos de 40 anos porque a carne é seu principal cardápio, não por opção, mas, por necessidade, uma vez que os vegetais não produzem no gelo. E, sobretudo, os habitantes do Polo Norte, a região gelada da Terra precisam consumir gorduras de origem animal para aquecer o corpo.

Acho que os apreciadores de carnes de cadáveres deveriam se mudar para o polo norte, onde o consumo desse alimento é uma necessidade orgânica, para aquecimento do seu corpo.

A carne e os tipos sanguíneos

Para os tipos de sangue “O” e “B”, é permitido comer proteína animal, porque existe no organismo dessas pessoas uma enzima digestiva que quebra as gorduras, o que não acontece com os tipos “A” e “AB”, que nasceram para ser vegetarianos. Os tipos “O” e “B” comem carne e se sentem bem, e devem usar com moderação a soja, o milho, o amendoim e o trigo.

– Mesmo sendo dos tipos “O” e “B”, não recomendo usar a carne bovina e de porco, por serem um concentrado de ácidos prejudiciais à saúde como ácido úrico, sulfúrico e fosfórico, além dos hormônios sintéticos que são injetados no animal, para engorda ou aumentar o leite.

Carne caprina e ovina

Aqueles que acham difícil abandonar a proteína animal devem fazer uso moderado da carne de bode e de carneiro, além de ovos, peixe de escamas e galinha de quintal. Que a carne seja consumida assada, e nunca cozida. Até mesmo o peixe e o frango; são mais saudáveis, e não produzem bactérias patogênicas, se forem assados.

– O bode não deve ser consumido no período de Inverno, pois, além de ser uma carne fria, o animal é portador do bacilo da tuberculose, que se manifesta no período frio. Por essa razão, dê preferência a carne de bode somente no Verão.

– Para prevenir a tuberculose e aquecer o corpo, no Inverno, evite a carne de bode, e dê preferência ao carneiro, que é uma carne quente e pode produzir varizes nas pernas se consumida no período quente.

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Dr. Wilson Dias

– Biomédico (CRBM-2 15.597); com Doutorado em Naturopatia Clínica Científica.

– Diplomado pelas Faculdades UNIVAR e Instituto de Ensino Superior de Minas Gerais (IESMIG).

– Título de Doutor registrado no CNPq – Link: http://lattes.cnpq.br/0811352997597314

– Atendimento on-line em Chamada de Vídeo.

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