Os Tipos de Diabetes

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O Diabetes Mellitus é uma doença que se caracteriza pelo aumento dos níveis de glicose no Sangue. Existem 5 tipos principais de Diabetes: 1- Pré-diabetes; 2- Diabetes tipo 1; 3-  Diabetes tipo 2; 4- Diabetes Gestacional; e, 5- Diabetes Emocional.

1. Pré-diabetes – a pré-diabetes acontece quando a glicose não é metabolizada, nem aproveitada o suficiente, de modo a acumular no Sangue. Uma pessoa é classificada como pré-diabética ao medir a sua glicemia em jejum e atingir entre 100 e 125 mg/dl. A partir de 126 mg/dL já temos o diagnóstico de diabetes. Na glicose sem jejum, valores acima de 140 mg/dL remetem ao diagnóstico de Intolerância à Glicose e acima de 200mg/dL, também temos o diagnóstico de Diabetes.

2. Diabetes Tipo 1 – Em 5 a 10% dos casos de Diabetes, correspondem ao tipo 1, no qual o sistema imunológico ataca as células que produzem a insulina. Assim, não há produção suficiente para fazer com que a glicose entre nas células, permanecendo na corrente sanguínea, ocasionando assim, o aumento nas taxas de glicemia. Isso ocorre por insuficiência ou disfunção do Pâncreas.

Enfim, o Diabetes mellitus tipo 1 é caracterizado pelo excesso de glicose (açúcar) no Sangue, o que desencadeia uma série de complicações no organismo, podendo ocorrer redução ou falta de produção de insulina. Mas, nesse caso, a doença surge em geral na infância e na adolescência, trazendo como sintomas a vontade frequente de urinar e a perda de peso, e tem origem autoimune.

3. Diabetes Tipo 2 – O Diabetes mellitus tipo 2 é uma doença heterogênea que resulta da interação de fatores genéticos e ambientais. O câncer é uma doença heterogênea e, portanto, pode se apresentar com diferentes sinais e sintomas. O Diabetes tipo 2 é um desses sintomas. De forma resumida, sintoma é qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não consistir-se em um indício de doença. Os principais fatores de risco para essa doença são: excesso de peso, sedentarismo, história familiar da doença, o envelhecimento precoce das células na idade de 49 anos, e hipertensão arterial sistêmica e, finalmente, o desenvolvimento de tumores em alguma parte do corpo.

A doença heterogênea (o diabetes mellitus tipo 2) é adquirida por erros alimentares; e, quando instalada no organismo, o resultado é a falta de insulina que deixa de ser secretada pelo Pâncreas associado à baixa imunidade, o que resulta em falta de apetite, perda rápida de peso, além do aumento da taxa de glicose no sangue que torna a urina doce e, consequentemente, a vontade frequente de urinar com o aumento do volume de urina.

Qual a diferença do Diabetes Mellitus 1 e 2? – A diferença do diabetes tipo 1 para o diabetes tipo 2 está no fato de que, no primeiro caso, ocorre a redução ou falta de produção de insulina; já, no segundo caso, o organismo desenvolve uma resistência à ação desse hormônio tornando as células-T, do sistema imunológico, desorientadas, levando-as a atacarem e destruírem os grupos de células produtoras de insulina. Daí, são instaladas nos órgãos de choque ou enfraquecidos as células cancerosas advindo o câncer.

4. Diabetes Gestacional – Essa doença pode ter várias consequências, como crescimento excessivo do feto, hipoglicemia neonatal e aumento do risco de diabetes tipo 2 para a mulher e o bebê. Qualquer mulher gestante pode ter diabetes gestacional, mas há alguns fatores que geram maior pré-disposição. São eles: obesidade, histórico familiar da doença, muito ganho de peso na gestação e sedentarismo.

Quais são os sintomas do diabetes gestacional? – Cansaço excessivo; Ganho excessivo de peso na gestante ou no bebê; Aumento do apetite; Vontade frequente de urinar; Boca seca etc.

5. Diabetes Emocional – Problemas emocionais podem afetar a glicemia de um indivíduo, porém não causam o diabetes mellitus. Na grande maioria dos casos, o diabetes tipo emocional não ocasiona sintomas. No entanto, toda vez que o portador desse tipo de diabetes se emociona, os níveis de glicose são elevados no sangue, podendo atingir até 600 mg/dL sem apresentar sintomas desagradáveis. No entanto, pode ocorrer sintomas como perda de peso, fome e sede excessivas, e vontade frequente de urinar com aumento do volume de urina. Entretanto, quando o indivíduo controla suas emoções, o nível de açúcar no Sangue baixa de maneira considerável fazendo desaparecer todos os sintomas.

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Dr. Wilson Dias

– Biomédico (CRBM-2 15.597); com Doutorado em Naturopatia Clínica Científica.

– Diplomado pelas Faculdades UNIVAR e Instituto de Ensino Superior de Minas Gerais (IESMIG).

– Título de Doutor registrado no CNPq – Link: http://lattes.cnpq.br/0811352997597314

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