Alimentos que adoecem e podem até mutilar

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Na antiguidade, o nosso mundo foi inundado por um dilúvio de águas, que afogou cerca de 750 milhões de pessoas. O mundo atual está sendo assolados por um dilúvio de doenças cardíacas em que morrem no Planeta 60 pessoas a cada segundo de infartos cardíacos ou do miocárdio, além do câncer, que mata uma pessoa a cada 2 segundos, e o diabetes, que mata 1 pessoa a cada 5 segundos, em nosso mundo.

Além das mortes por infartos, a população mundial é acometida de câncer, gastrites, colites, hemorróidas, prisão de ventre, diabetes, obesidade, hipertensão arterial e outras doenças circulatórias que ameaçam nossa própria integridade física e mental. Estas enfermidades, especialmente as cardiovasculares, matam mais que as guerras e os acidentes.

Somente no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, a cada cinco minutos, uma pessoa morre após ter um AVC (Acidente Vascular Cerebral). É muito comum deparar-se com pessoas inválidas e mutiladas, tudo em consequência dos hábitos maus no comer, e dos vícios de fumar, beber e drogar-se com entorpecentes e medicamentos.

Entre os alimentos assassinos consumidos no dia-a-dia pela população, destacamos a carne vermelha, os pasteis, os cachorros quentes, os hambúrgueres, o açúcar branco, os refrigerantes, o café preto, o pão branco, as frituras, os condimentos, o sal refinado, o vinagre, o frango e ovos de granja, além da batata-inglesa e outros.

Tais alimentos geram câncer e outras enfermidades e, como se não bastassem os venenos consumidos pelo povo, através dos artigos alimentares, especialmente os enlatados, os conservantes químicos e as frituras e verduras contaminadas pelos agrotóxicos. Também, as carnes dos animais abatidos para o consumo humano são transmissoras de câncer e outras doenças, em razão das vacinas e outras drogas que são injetadas na ração do gado.

Em pesquisa realizada no Laboratório Nacional dos Estados Unidos, verificou-se em animais de 35 países tumores malignos espalhadas por toda parte, no cérebro, nos pulmões, no pâncreas, no estômago, no fígado, nos intestinos e nas supra-renais.

O Dr. William Lijinsky atribuiu essa grande incidência de câncer nos animais à aplicação de vacinas e numerosas substâncias químicas nos animais que são engordados e conduzidos aos abatedouros públicos.

Os animais são mantidos vivos e engordados através da administração de tranqüilizantes, homônimos, antibióticos e outras 2.700 drogas, que são transmitidas ao ser humano pelo consumo da carne (Gosto Superior, pág. 05).  

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